
Marçal Rogério Rizzo
É impressionante o quanto nossos gestores públicos preparam as cidades para os veículos automotivos e não para o ser humano. De certa forma, têm “motorizado” as cidades ao invés de “humanizá-la”. Com raríssimas exceções, os gestores nos engabelam, tão facilmente, com a mesma conversa fiada sobre a necessidade de baratear os preços de automóveis e das motocicletas, aumentar o número de pistas, se esquecem da alternativa do transporte público de massa com qualidade e eficiência. Também pudera; automóveis e motocicletas geram impostos e taxas que vão para os cofres públicos e consomem combustíveis que, em sua maioria, são compostos com altos percentuais de impostos. A cadeia produtiva do automóvel é enorme e com ela vêm os jogos de interesse. Nos últimos anos o conflito (guerra) entre veículos automotivos e pedestres tem se avivado, entretanto, cada vez mais. Pelos meios de comunicação, recebemos informações diárias sobre acidentes, vítimas e mortes causadas no trânsito de todo o país.
...”
“Los peatones
15/02/2010 – 14h42
As cidades do mundo talvez pudessem ser divididas em duas categorias como indicativo de qualidade de vida e civilidade: aquelas onde o pedestre tem preferência nas travessias e aquelas onde os motores e a morte reinam soberanos. Santiago se encaixa na primeira categoria. Em todas as esquinas, basta colocar o pé na rua e atravessar [...]”
Brasília já foi assim... á muuuiiinto tempo.
“cristovam.org.br/portal2
Dom, 12 de Agosto de 2007 04:46
Pedestres mortos na faixa em % do número de atropelamentos
“www.proparnaiba.com
"Atravesse na faixa de pedestre". Falar é fácil!
9 outubro, 2010 - 17:12”
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