O CORAÇÃO HUMANO (Théophile Gautier, 1811-1872)
O humano coração de olvido é cheio.
É qual
Uma água que se agita e não guarda sinal.
A erva menos depressa entre os sepulcros cresce
Que n’alma um novo amor. A lágrima que desce
Não precisa secar, para que o riso assome
Do coração no livro inscrevendo outro nome.
(Tem qoizas que não mudam nunqa)