sábado, 2 de outubro de 2010

URNA MALUQA II


Para votar, não vale doqumento qom foto do batizado nem da formatura da esqola primária.

Eu não vou votar em ninguém, não quero me responsabilizar pelas prósimas bandalheiras, da mesma maneira que não me reponsabilizei pelas bandalheiras anteriores.

Américo de Souza (PSL), Dilma Rousseff (PT), Ivan Pinheiro (PCB), José Maria Eymael (PSDC), José Serra (PSDB), Levy Fidélix (PRTB), Marina Silva (PV), Mário de Oliveira (PTdoB), Oscar Silva (PHS), Plínio Sampaio (Psol), Rui Pimenta (PCO) e Zé Maria (PSTU), todos qãodidatos igüais perante o TSE, mas qüando uma TV faz debate só qonvida qüatro dêles. Iso devia ser proibido, todos deveriam partisipar dos debates nas televizões.

Êse filme “Nosso Lar”, sôbre espiritismo, é uma das mais ridíqulas miselânias que eu já vi. Tem Inferno de Dante; muralha antiga serqando uma sidade futurístiqa; a muralha se abre em duas portas qüando alguém se posta em frente (deve pensar “abre-te Sézamo” porque não fala nada, deve ser fôrsa mental, Ali Babá não faria melhor); ospital qom qamas flutuantes (as qamas não tem pernas nem pés, fiqam suspensas no ar); cyber café para mandar emeiu para os que fiqaram na Terra; tv LCD para asistir os parentes que fiqaram na Terra rezando pelos parentes que estão nêsa sidade. Iso foi o que eu persebi é qapaz de ter mais qouzas.
O filme “Bezerra de Menezes, o Diário de um Espírito”, qom o Carlos Vereza -- eselente ator -- fazendo o papel prinsipal, aprezenta uma abordajem séria do espiritismo.

Aluno de 9 anos de uma esqola ADVENTISTA é morto qom um tiro de revólver, dentro da sala de aula. Ninguém sabe, ninguém viu, a arma sumiu.
Em Blumenau mais um idozo morre na porta de um ospital por falta de atendimento médiqo.
Em Brasília omi dezaparesido é “enqontrado” morto dentro do ospital que não avizou a família dêle que êle tinha morrido.
Ainda em Brasília, vote no Roriz e eleja a mulher dêle, qom endôso do TSE e do STF.
Laboratório (Pfizer) inventa doensa para vender remédio.
Tá todo mundo lôqo, ôba! Mundo lôqo todo tá, ôba!
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